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Desde que o presidente Michel Temer assumiu o comando do país, em substituição a Dilma Rousseff, a maior parte do empresariado brasileiro optou por dar um voto de confiança ao novo governo. Este crédito estava e continua pautado em três questões principais: recuperação da economia; melhor gestão da máquina pública, com destaque para o fim da corrupção; e controle da violência.

 

Embora já haja ações positivas, a exemplo da queda da SELIC; maior uso das forças nacionais para conter a criminalidade em vários estados; e a aprovação de leis favoráveis ao controle do gasto público, há outros aspectos que colocam em dúvida a capacidade, ou real disposição do Executivo Federal em tratar as citadas prioridades com a profundidade que elas merecem.

 

Começando pelo campo econômico, a redução da SELIC em 0,75% ainda não resultou na maior predisposição para o investimento e consumo, apenas em uma atualização dos juros reais, por conta de uma inflação mais reduzida. Outras medidas voltadas, por exemplo, a redução do custo financeiro do rotativo do cartão de crédito e flexibilização dos contratos de trabalho ainda estão devendo resultados concretos.

 

De acordo com pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o custo médio para girar a dívida dos cartões caiu em fevereiro para 441,7%, ante 453,74% em janeiro.

 

Na prática, o efeito da medida do Conselho Monetário Nacional de limitar o uso do rotativo para reduzir juros, está aquém do previsto. No badalado aumento do período de experiência dos trabalhadores contratados para até 240 dias, tal medida, aparentemente, ainda não ganhou materialidade.

 

Já no campo econômico era esperado um controle mais rígido da despesa pública e medidas efetivas favoráveis à revitalização do setor produtivo. Nada de efeito prático de grande relevância foi percebido até o momento. Na preocupante questão da segurança, pelo menos o que se percebe no Rio Grande do Sul, é que a mobilização das forças nacionais no combate à criminalidade ainda está tímida.

 

A população aguardava maior visibilidade do exército nas ruas, focado na efetiva repressão e encarceramento dos bandidos. Mas a rotina Gaúcha ainda está repleta de assaltos e assassinatos. Esperávamos do novo governo a adoção de boas práticas, principalmente na nomeação de ministros sem envolvimento em situações nebulosas. Isto não está acontecendo, fato que ameaça seriamente a autoridade moral da equipe governante e, sem moral, as boas expectativas não tardarão a derreter.

 

Nossa vontade é manter o voto de confiança ao presidente Michel Temer. Para isto já passa da hora dele mostrar resultados efetivos e impactantes, pelo menos no âmbito dos aspectos que abordamos.

 

Chega de blá, blá, blá...as empresas e o Brasil estão quebrando de fato!

 

Vitor Augusto Koch

Presidente FCDL-RS

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Palavra do Presidente - FCDL-RS

Felizmente, as autoridades monetárias do país finalmente entenderam que a situação econômica brasileira não permite mais decisões pautadas pela inércia. Explica-se: diante do quadro desesperador de queda da produção, consumo e emprego, não há mais espaço para nada fazer ou, reações do faz-de-conta.

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