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Região Sul apresenta recuo da inadimplência ao final de 2017

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Para a FCDL-RS a queda de 2,36% na comparação com 2016 é um fator que pode representar avanços para o varejo ao longo de 2018

 

A região Sul do Brasil encerrou o ano de 2017 com 8,2 milhões de consumidores negativados, ou seja, com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O indicador corresponde a 36,5% da população com idade entre 18 e 95 anos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em todo o Brasil, de acordo com os dados do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o último ano finalizou com 60,2 milhões de inadimplentes.

A análise mostra que a região Sul apresentou uma queda de 2,36% na comparação com 2016, o que é saudado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS. O presidente da entidade representativa do varejo gaúcho, Vitor Augusto Koch, destaca que as famílias estão buscando, de todas as formas, honrar seus compromissos, para que possam voltar a ter crédito e possam comprar a prazo.

- A queda do número de inadimplentes no Brasil passa, necessariamente, pela recuperação da economia do pais e pela geração de emprego e renda. Além disso, o rígido controle das finanças pessoais é outro fator que contribui para reduzir o número de pessoas negativadas. O aspecto positivo é que esse processo pode representar o reaquecimento das vendas do varejo, na medida em que vão sobrar mais recursos para os consumidores irem às compras – lembra Vitor Augusto Koch.

Mesmo apresentando 36,5% da população com idade entre 18 e 95 anos com CPF restrito para contatar crédito, a região Sul apresenta a menor taxa percentual de inadimplentes, ficando atrás da Norte (45,9%), Centro-Oeste (42,72%), Nordeste (41,49%) e Sudeste (37,88%). Em números absolutos, o Sudeste apresenta o maior número de negativados, totalizando cerca de 25 milhões de pessoas. 

O volume de dívidas em nome de pessoas físicas também apresentou redução na região Sul, de acordo com o levantamento do SPC Brasil. O recuo, na comparação com 2016, foi da ordem de 5,58%, totalizando 2,18 débitos em média.

Os dados de dívidas abertos por setor no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná mostram que o único que apresentou alta foi o de comunicação, com variação de 3,74% A maior queda foi observada pelo setor de água e luz (-15,52%), vindo a seguir o comércio (-10,31%) e os bancos (-5,86%).

Em termos de participação, os bancos concentram 47,2% do total de dívidas da região Sul, ficando o comércio com 22,4%, o setor de comunicação com 18% e pendências com água e luz fechando em 2,4%. 

 

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