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Varejo gaúcho destaca ações que podem viabilizar a retomada do crescimento estadual

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Presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, aponta iniciativas que o comércio varejista espera que o governador eleito, Eduardo Leite, coloque em prática a partir de 1º de janeiro de 2019

 

O próximo governador dos gaúchos a partir de 1º de janeiro de 2019, Eduardo Leite (PSDB), terá grandes desafios pela frente para recolocar o estado no lugar de destaque no cenário nacional. Especialmente no que diz respeito ao comércio varejista, o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, espera que sejam tomadas medidas que viabilizem a retomada do crescimento do setor.

 

- O comércio varejista é um segmento produtivo muito importante da economia nacional. Cada lojista é, predominantemente, um empresário que busca crescer e prosperar junto com a sua comunidade, sendo responsáveis pela geração de milhares de empregos. Nós temos a certeza de que queremos exatamente o mesmo que anseia o nosso próximo governador: criar as condições necessárias para que o Rio Grande do Sul volte a prosperar – afirma Vitor Augusto Koch.

 

Diante disso, o presidente da FCDL-RS ressalta que o varejo gaúcho espera que o próximo governador atenda demandas básicas para possibilitar o desenvolvimento do setor. A principal delas, é a readequação da questão tributária, um gargalo que limita o fôlego dos empreendimentos lojistas, especialmente os de micro e pequeno porte.

 

- Na 49ª Convenção Estadual Lojista, que realizamos no dia 3 de outubro, em Novo Hamburgo, tivemos a oportunidade de receber o então candidato Eduardo Leite e entregamos a ele uma série de demandas dos varejistas gaúchos. A simplificação tributária, com o fim ou ajuste correto das distorções como a Substituição Tributária e o diferencial de alíquota de ICMS nas fronteiras interestaduais são pontos fundamentais que esperamos ver atendidos pelo futuro governador. O Rio Grande do Sul, localizado na ponta do Brasil, não deveria ter uma incidência fiscal tão elevada. O nosso posicionamento geográfico exige melhores condições de competitividade tributária com os demais estados – ressalta Vitor Augusto Koch.

 

Além disso, os lojistas gaúchos manifestaram, no documento entregue ao agora governador eleito, a expectativa de que aconteça a renegociação definitiva da dívida estadual com a União, por meio de encontro efetivo de contas e de uma condição de pagamento de débitos que seja razoável e não exija repactuação depois de algum tempo. Outros pontos importantes são o apoio especial às iniciativas empresariais de inovação, especialmente aquelas com foco no mercado global e o combate radical à violência e à criminalidade, lembrando que a insegurança dos cidadãos e das empresas é um dos principais fatores de inibição do investimento e consumo no longo prazo. 

 

- Também apoiamos a construção de uma agenda da gestão pública estadual, com metas e indicadores claros e de fácil entendimento e checagem, que sirva de balizador da avaliação da efetividade da materialização dos planos de governo de todas as futuras administrações do Rio Grande do Sul. Desejamos ao governador Eduardo Leite todo o sucesso na condução do nosso Estado a dias melhores, de maior prosperidade, segurança e felicidade – conclui Vitor Augusto Koch.

 

 

 

 

 

 

 

 

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